Internautas apontam racismo em adorno de cabeça no Baile da Vogue

No dia 01 de janeiro, aconteceu em São Paulo, Capital, o tradicional Baile da Vogue. O evento carnavalesco in gala reúne diversas (sub)celebridades, artistas , blogueiras e alguns digital influencers.

A festa é temática e uma das únicas oportunidades para que os convidados “se joguem” em conceitos, fantasias, história e muito, mas muito brilho. A proposta da vez era “Divino, Maravilhoso”, música da “Tropicália” de Caetano Veloso e Gilberto Gil, eternizada na voz de Gal Costa.

Diversas personalidades abusaram, como era esperado, da criatividade em seus trajes. O Brasil foi homenageado de muitas maneiras, desde os animais, figuras religiosas e teve até quem se inspirou no famoso docinho brigadeiro para celebrar o tema. Mas, infelizmente, o que era para se tratar de homenagem e comemoração, acabou escorregando em uma peça.

Tata Estaniecki, a atual noiva do Youtuber Cocielo, respondeu, ao ser perguntada, em um post no seu instagram, que seu adereço de cabeça era uma “homenagem” aos escravos.

Por meio do Stories e publicações no seu instagram, Estaniecki postou conteúdos dos seus momentos antes e durante a festa. Não demorou muito para que o adorno fosse considerado racista e também a “celebração” de uma forma de tortura.

Todas fotos e vídeos foram removidos da página da moça na plataforma, mas sobrou até para o perfil de Cocielo, que recebeu diversos comentários relativos ao caso.

Apesar do burburinho, Samuel Cirnansck, quem produziu a peça, declarou em comunicado oficial que o “adorno que a Tata usa na cabeça tem como referência, as melindrosas da década de 20. Porem em uma roupagem mais contemporâneo  remetendo ao movimento grunge”.

Vem uma crise de imagem por aí? Deixe um comentário com seu palpite.

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